Perlla volta ao funk com a música 'Rainha': 'Não parei de compor nunca'

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Cantora afirma que não abandonou a religião evangélica.

Perlla volta a brilhar como cantora de funk (Foto: João Pedro Sampaio/Divulgação)

Tem nova promessa de música chiclete à vista, e o refrão diz bem assim: "Quem é rainha nunca perde a majestade" 🎤🎤. E nada mais apropriado para marcar o retorno daquela que foi a princesa do funk melody nos anos 2000 ao posto. 'Rainha' é a composição de Perlla para a sua volta ao ritmo que a lançou, depois de cinco anos se dedicando à família e à religião.

"Eu tinha feito essa música há três anos e foi a primeira que eu fiz. Eu sempre gostei de compor e não parei de compor nunca."

"Essa pausa foi o tempo que eu comecei a me dedicar à minha família. Eu precisei dar uma respirada. Mas aí minhas filhas já estão com 4 e 5 anos, estão grandinhas, agora é o momento."

A cantora promete um melody como nas suas raízes, mas um pouco mais moderno com o aval do DJ Batutinha, seu produtor musical: (Foto: Raphael Dias/Gshow)

"Ouvindo minha música nova, você vai dizer: 'lembra as coisas que a Perlla cantava, mas está diferente'. A gente conseguiu misturar o eletrônico no funk. Vai ser funk pop".

"Não tem como fazer algo que há 12 anos eu fiz e querer que dê certo hoje, porque evoluiu tudo. Musicalmente tudo avançou: elementos, batidas, sons."

Nos bastidores da gravação da vinheta do Dança dos Famosos 2017, do Domingão do Faustão, na última terça-feira, 8/8, nos Estúdios Globo, a cantora bateu um papo com o Gshow e exaltou trabalhos como os de Anitta e Ludmilla, mas garante que seu estilo é diferente das funkeiras que fazem sucesso atualmente.

"Na minha pausa foi o tempo em que todo mundo veio nessa remessa. Apesar de elas terem passado pelo meu som, acabaram criando uma característica diferente."

"Quando eu faço o meu trabalho, as pessoas já identificam: é a Perlla. Não tem jeito. O timbre é diferente."

Aos 28 anos, a mãe de Pérola e Pietra garante que aprendeu com tudo por o que passou nos dois seguimentos musicais.

Ela cresceu como cantora cantando o gospel e descobriu que seu coração ainda batia forte no ritmo do funk (Foto: João Pedro Sampaio/Divulgação)

Eu deixei um trabalho, e o trabalho estava ali me esperando, dizendo: volta, volta, volta."

Continuo seguindo a minha religião, mas musicalmente eu tive que optar. Não tem como fazer as duas coisas: ou você faz um trabalho ou faz o outro. Se você fizer lá [no Gospel] você não faz aqui e eu não poderia deixar toda uma história de lado."

Fonte: gshow.globo.com

 

 

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