Mulher Filé muda radicalmente o visual e confessa: "Fiz várias dietas que me deixavam cada vez mais gorda"

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Funkeira também avisou que agora quer ser chamada de Yani.

Acostumem-se: Mulher Filé é passado. Agora a funkeira quer ser chamada de Yani, seu nome de batismo. Mas não foi só isso que mudou na nova fase da cantora e dançarina.

Oito quilos mais magra, ela deu uma verdadeira repaginada no visual. Além de perder medidas, Yani agora ostenta um visual mais comportado e promete que suas próximas músicas serão mais pop.

Para resumir: Yani quer aproveitar o bom momento para as mulheres no funk. Tanto que ela já escalou uma banda, bailarinos e até um figurinista para o novo show. A seguir, veja o que pensa a nova Yani de Simone, a ex-Mulher Filé.

R7 — Por que resolveu mudar de nome?

Yani — Esse é meu nome de batismo. Mulher Filé foi um apelido que ganhei no funk. Tenho muito orgulho da história da Filé. Resolvi aposentar para focar na carreira de cantora.

R7 — Como surgiu a ideia do novo visual da Yanni?

Yani — Com a proposta nova do trabalho. Músicas novas, bailarinos e banda. Também buscamos uma figurinista para o show ficar completo e atender melhor quem curte meu trabalho!

R7 — O que mais muda nessa nova fase: a Yanni vai ficar mais comportada ou isso nem passa pela sua cabeça?

Yani — Estou com com 23 anos e mais focada que nunca. Não sei se o nome correto seria comportada, eu diria tranquila. Para dar conta da minha dieta, tive que parar de beber, de noitadas. Foi tudo mudando naturalmente

R7 — A popularização do funk e o domínio das mulheres no estilo te influenciou a fazer uma mudança total na aparência e nas letras?

Yani — A mulher é um personagem muito importante no funk. Falando das amantes, das invejosas. E eu venho na mesma pegada. Estou buscando estar melhor para meus fãs!

R7 — Quais foram as mudanças estéticas que você fez e quantos quilos perdeu? Também fez cirurgias plásticas?

 

Yani — Já tinha silicone. Fiz  várias dietas que me deixavam mais gorda. E a cada foto que saía na mídia, vinha um monte de críticas sobre meu corpo. Acho um absurdo essa ideia das pessoas de corpo perfeito. Nunca vou ser magra. Tenho biotipo de mulher brasileira, pernão, bumbum grande. Estou mais focada em uma alimentação natural e academia. Cuidando mais da minha saúde!

R7 — O guarda roupa da mulher filé também passou por uma reformulação nessa nova fase?

Yani — Passou, sim. Com a dieta, perdi já 8 kilos. Perdi muitas roupas, fui obrigada a mudar todo meu guarda roupa.

R7 — O que você fez na carreira e que hoje se arrepende?

Yani — Até aqui, tudo valeu a pena para eu aprender! Não me arrependo de nada, faria tudo igual! Acho que talvez não falaria algo para alguém, caso não fosse perguntada.

Comportada, Yani quer pegar carona no sucesso do funk femininoDivulgação

R7 — A dança do pisca (na qual a funkeira contrai o bumbum) é passado ou ela continua como diferencial na sua carreira?

Yani — A dança do pisca foi uma brincadeira que meu mentor Mister Catra criou. Foi modismo da época!

R7 — No ano passado, seu ex-marido foi preso acusado de matar quatro pessoas. Esse ano, uma ex-dançarina da Gaiola das Gostosudas foi assassinada. Você sofreu violência doméstica?

Yani — Meu ex marido foi importante em um momento da minha vida. Ele foi muito carinhoso comigo. Agora ele é uma página virada! Eu não curto agressão e se passar por isso eu pulo fora na hora. Mulher não foi feita para apanhar. Não compactuo com agressores!

R7 — Você disse que nunca conheceu seu pai e que sua mãe segurou a onda sozinha. Você também segura a onda sozinha na sua casa?

Yani — Minha mãe é minha grande parceira e sempre vamos estar juntas e nos ajudando !

 

Fonte: entretenimento.r7.com

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